segunda-feira, 10 de junho de 2013

O bem possível

Certa vez, ouvi de um padre conhecido uma frase que me causou um grande impacto, ressoando por anos a fio: “Quando os homens querem, eles fazem!” Esta sentença surgiu no meio de uma palestra dada por este simpático padre, que espero estar hoje tão bem quanto estava naquele dia. Dado o contexto da palestra, o sentido da frase era claro: a consciência humana, quando verdadeiramente convicta a respeito de algo, é capaz de fazer qualquer coisa, independente das dificuldades. Lembro-me ainda que, para defender esta idéia, ele narrou aos presentes a habilidade de um motorista de ônibus que, para não perder um jogo da Copa do Mundo, dirigiu em alta velocidade com grande perícia, sem assustar os poucos passageiros, dentre os quais o próprio padre.

De fato, é bastante cristã a proposta de que, quando há convicção verdadeira, as pessoas fazem mesmo coisas bastante difíceis. Esta idéia é importante para o cristianismo em função das suas grandes exigências, como, por exemplo, a castidade pela continência antes do matrimônio. No mundo atual, como instruir um adolescente a seguir esta rígida moral se, entre os colegas, ele será constantemente cobrado para ter um comportamento muito diferente?

Alguns intelectuais sugerem que a suposta liberação sexual da década de 60 foi um golpe muito forte no cristianismo. Talvez tenha sido, não sei. Mas a história dá várias provas de que o cristianismo passou incólume por dificuldades muito maiores. Neste sentido a revolução que remodelou a sexualidade ocidental nos anos 60 configura mais uma dificuldade adicional do que um golpe irreversível.

Assim, a maioria das denominações cristãs não está impossibilitada de ensinar a moral cristã tradicional. Aliás, mesmo em tempos de internet e rápido fluxo de informação, diversas igrejas evangélicas têm conseguido ensinar uma moral ainda mais rígida para seus fiéis, aconselhando-os a vestirem-se de modo demasiado recatado (em vários casos até as canelas e até os punhos). Ou seja, a informação livre não tem atrapalhado os cristãos e suas exigentes doutrinas.

Ocorre que os profetas do fim do cristianismo sempre se esquecem de analisar e compreender os ensinamentos cristãos, fundamentados, sobretudo, na noção de fazer o bem e evitar o mal. A noção do bem é mais sedutora do que eles supõem. E a aversão ao mal é mais forte do que eles gostariam.

Nosso simpático amigo sacerdote apelava a este bem quando nos ensinava a fazer tudo o que verdadeiramente queríamos. Na visão dele, se um sujeito estiver 100% convencido a respeito das verdades cristãs, ou seja, do bem, ele certamente quererá (e conseguirá) agir conforme os rígidos ensinamentos cristãos. No fim, seguir ou não os ensinamentos da Igreja dependeria puramente da vontade de fazê-lo. Se alguém tiver uma vontade imensa poderia seguir mesmo as mais rígidas doutrinas.

Mas aqui eu começo a discordar do meu amigo. Não que eu o considere errado, mas acredito que esta noção do bem possível precisa ser melhor trabalhada. Ao contrário dele, não acredito que o bem seja uma questão de pura vontade, mesmo da mais forte vontade. O mal é uma força que não pode ser ignorada, porque o bem só existe quando prevalece sobre o mal. Em outras palavras, o bem só é possível no coração do homem quando o desejo de praticá-lo é maior que a neurose que leva à prática do mal. Infelizmente, o mal não é uma realidade que se vence magicamente, com varinhas de condão. O mal, tal como o bem, tem uma história. Prevalecer sobre o mal, ou seja, fazer o bem possível, exige a compreensão dos fatores que nos levaram ao mal, para que, assim, numa visão aprofundada, possamos erradicá-lo de verdade.

Talvez uma pequena metáfora nos ajude. Imagine um belo campo gramado. Quem já cuidou de um deles, sabe que muitas ervas (as tais ervas daninhas) crescem arruinando a beleza e a graça do cenário. Agora imaginemos um sujeito que, irritado pela presença das ervas, resolva arrancar todas elas rapidamente, puxando o maior número possível para fora da terra. Se o belo campo gramado em questão for tão grande quanto a nossa alma, ele não apenas nunca terminará o trabalho; o seu procedimento de arrancar as ervas o mais rapidamente possível não as arrancará por inteiro; a raiz delas permanecerá no solo, e, em pouco tempo, seu campo estará ainda mais tomado que antes.

Ainda nesta mesma metáfora, imaginemos um sujeito com atitude oposta, menos desesperada. Talvez ele saiba que o campo nunca ficará perfeito, mas fará a escolha de melhorá-lo de modo mais verdadeiro e profundo. Para tanto, buscará arrancar cada erva por completo, de um modo que ela saia da terra com sua raiz. Seu trabalho será bem mais eficaz, também porque, ao arrancar as ervas com calma, não espalhará tanto as suas sementes.

No mundo, o bem possível sempre será diferente do bem idealizado.

Assim, o problema com o raciocínio do meu amigo padre é a visão de que a simples vontade de um momento é capaz de qualquer coisa, se forte o bastante. Decerto coisas menores podem ser feitas assim, como dirigir com pressa e habilidade ao mesmo tempo. Mas coisas maiores, como reparar profundos traumas familiares, por exemplo, geralmente exigem uma transformação lenta, pois, se a doença teve a sua história, a cura também haverá de ter a sua. Do mesmo modo, vícios longamente adquiridos não são fáceis de expurgar. O tabagista que o diga. É lindo acreditar que temos poder. O problema é que não temos. Querer não é poder.

O mal enraizado ao longo de décadas na alma de uma pessoa não é eliminado com uma bela frase retórica. Se o mal levou anos para se instalar, também levará anos para sair. O bem possível, ou seja, aquele bem acessível à vontade humana em um determinado momento, sempre será aquela semente que a pessoa planta em sua alma à medida que retira as ervas daninhas que a prejudicavam. O bem possível é um bem de cuidado, não é um bem mágico, é um bem quotidiano, de exercício lento, contínuo e persistente. O bem não é uma decisão de um instante. O bem verdadeiro só pode ser um bem tenaz, que luta em função do bem sem desanimar com as imperfeições tão freqüentes na maioria das vezes.

Deste modo, o querer que transforma não é aquele que apenas leva às atitudes apaixonadas. O querer verdadeiro reconhece a fraqueza humana e tenta melhorar a personalidade aos poucos, na medida do possível humano. Como cristão, não nego que Deus possa qualquer impossível, mas Ele parece preferir lembrar-nos da nossa pequenez. Deus não nos quer amando-O um momento apenas. Talvez por isso nos dê grandes problemas, que requeiram muitos anos de querer verdadeiro, para que O amemos sempre, querendo e fazendo com muito amor, imperfeitamente, o bem possível.

terça-feira, 21 de maio de 2013

Uma natureza que inspire

A antiga idéia materialista. Antiga porque, no Ocidente, remonta a era anterior ao filósofo Sócrates. O materialismo não é novidade. Alguns gostam de dizer que o cristianismo tentou destruir o materialismo, escondendo-o através dos milênios. De fato, há textos antigos incrivelmente materialistas, até mesmo no sentido atual do termo, como, por exemplo, o manuscrito De rerum natura, de Lucrécio. Não é de hoje, portanto, que alguns humanos defendem a idéia de que só temos o tempo presente e nada mais. A existência não passaria de pálidos momentos de luz em meio à sombra de um universo vazio e sem sentido. Quem compartilha de tal impressão geralmente afirma que o melhor a se fazer é viver a vida prazerosamente, aproveitando as circunstâncias para afastar tudo que desagrada o corpo. Pouco mais de dois mil anos depois de Lucrécio, um filósofo igualmente materialista, Friedrich Nietzsche, chamaria este estado de espírito voltado aos prazeres da vida de Dionisíaco, baseado em Dionísio, o deus grego das orgias e bebedeiras. Segundo o mesmo filósofo, o princípio oposto seria o Apolíneo, inspirado no deus Apolo, que, se bem me lembro, comanda os movimentos do sol e, portanto, da luz.

Dado que Nietzsche compartilha dos princípios materialistas, procurando viver segundo um estilo de vida dionisíaco, não é difícil concluir que o modelo apolíneo bem pode representar qualquer esquema de idéias voltado para valores que se propõem acima das necessidades carnais. Aqui se encaixam diversos sistemas filosóficos e religiosos. Pode-se logo pensar no cristianismo, ainda mais tendo-se em vista que Nietzsche devotou grande parte de sua vida produzindo literatura que lhe fosse direta e radicalmente contrária. Derrotar o cristianismo era o mais alto ideal da mente nietzchiana.

De fato, o cristianismo é um sistema filosófico religioso que dirige suas atenções para uma realidade que não se encontra nos prazeres do mundo. Isso é algo que lhe é fundamental. Não existe cristianismo carnal. Só pode se fazer cristão alguém que aceite viver as realidades deste mundo em função de um ideal que não se pode ver, um ideal do qual não se tem prova sensível nenhuma. O cristianismo é a religião de uma fé que nada vê.

Inspirado pelas descobertas de Darwin, Nietzsche conclui que o animal é apenas uma fera que anda e fala e que, portanto, teria sua força verdadeira no agir espontânea e violentamente. Por este motivo, o cristianismo seria para Nietzsche uma religião do derrotismo, da negação da força da violência destruidora do homem em função de um ideal cuja única função era disciplinar escravos miseráveis. Para Nietzsche, o cristianismo se apoderou da Europa porque prometia as delícias do Paraíso para os miseráveis que não podiam gozar de nenhuma delícia do mundo.

Se pensarmos de um modo materialista, não encontraremos nenhum meio de justificar a fé em qualquer entidade que não se pode ver. Além do mais, o cristianismo é só mais uma dentre centenas de religiões. Dado este contexto, pode-se ter certeza alguma? Por quais motivos de poderia crer na fé que os cristãos ensinam há milênios? Esta fé impossível... Que nenhum olho humano consegue alcançar...

Curiosamente, a resposta também se encontra na Grécia Antiga, onde o materialismo surgiu e era ensinado pela ampla maioria de filósofos anteriores a Sócrates, que efetivou a grande virada cultural do Ocidente. Ao contrário do que muitos materialistas ressentidos afirmam, o materialismo não foi escondido apenas por obra da "obscura Igreja de Roma". Sócrates mesmo apunhalou-o no peito com raciocínios extremamente simples.

E quais foram estes raciocínios simples que derrotaram o materialismo ainda mesmo na Grécia Antiga? Enquanto os outros filósofos questionavam o mundo real, das plantas, cascatas, animais e oceanos, Sócrates começou a questionar o mundo humano, perguntando o que seriam as verdades morais humanas que todos conhecemos, como a coragem, o amor, a verdade. Através deste simples jogo dialético, Sócrates demonstrou que a realidade que vemos não é a realidade material objetivamente falando. Não. A realidade que vemos é aquela que projetamos do nosso interior. Sócrates inaugurou a percepção de que o mundo é povoado pelas nossas idéias e não o contrário. A ele seguiram-se muitos outros filósofos que, em graus variados, apontaram para a diferença entre a natureza física do mundo, que pode ser quantificada numericamente, e a natureza humana, dotada de dinâmica particular, que não pode ser medida, mas sentida individualmente.

As religiões em geral são, neste contexto, expressão de desejos humanos de estranha definição poética, como, por exemplo, "sede de eternidade", ou ainda, "anseio de infinito". No geral, pessoas que procurem viver segundo princípios materialistas sentem-se bastante incomodados quando um religioso procura lhe ensinar como viver. E a recíproca é verdadeira: no geral, o religioso se sentirá muito incomodado quando o materialista exigir que ele participe de farras e bebedeiras.

Não há solução fácil para o problema, se é que alguma solução deva ser buscada. O religioso, mesmo aquele que se afirma o mais puro, sofre deveras com as quase infinitas "tentações da carne". Também o materialista, por mais que zombe de pessoas que desejam olhar "além", ele tem inteligência para compreender as idéias aparentemente viajantes dos religiosos, bem como pode também, como Sócrates, perceber que o mundo é governado por percepções que surgem dentro das pessoas, cada uma delas, e que, portanto, há uma história das idéias, que mudam conforme as gerações se substituem.

A curiosidade em relação às religiões e a algumas filosofias é que muitas delas se pretendem grandes sistemas de compreensão da realidade não só do mundo, nem só do homem, mas do universo inteiro! De fato, o cristianismo propõe-se como o melhor modelo moral para o ser humano em quaisquer era, independentemente da interpretação local que lhe seja dada. Como saber se está certo? Ao longo dos séculos, os seres humanos têm preferido as religiões para explicar a existência. No Ocidente, tem prevalecido o cristianismo. Mas será que, conforme alardeiam grupos materialistas, esta realidade está para mudar? Será que chegamos aos tempos nos quais prevalecem os ideais de seres humanos interessados apenas no próprio estômago, como Nietzsche defendia?

Como escolher entre a fé impossível e o prazer imediato? Será que, como dizem os cristãos, muitos prazeres devem ser sacrificados na busca pelo ideal universal? Ou será que, como dizem os materialistas, são tolos todos aqueles que sacrificam qualquer prazer? No fim, se considerarmos as várias religiões e as várias filosofias, a pergunta fundamental seria: "É viável sacrificar um prazer momentâneo visando a satisfação de um ideal maior?"

Não é uma pergunta inocente. Se querem saber, é uma pergunta safada, porque o materialista tenderá a responder que não, que não vale a pena sacrificar um prazer momentâneo, quando ele sabe perfeitamente que isso não só é viável como é necessário. Se fôssemos como cães, jamais sacrificaríamos um prazer por um bem futuro. Eles simplesmente não atingem este grau elementar de inteligência. Nós, ao contrário, bem sabemos economizar dinheiro em vista de um bem futuro. Nós nos sacrificamos em cursos universitários caros e exaustivos em função de um bem futuro. Nós nos entregamos a trabalhos tão irritantes quanto desgastantes para colocarmos o pão na mesa. Ora, é evidente que nós nos sacrificamos todos os dias, religiosos e materialistas, visando a satisfação de ideais maiores...

Então, no fim, o que importa mesmo no embate atual que ocorre no Ocidente, não é se devemos nos entregar a prazeres carnais maravilhosos ou sacrificar-nos em duras vidas de penitência. O que importa é, sobretudo, porque se faz uma coisa ou outra, exista apenas este mundo ou não. Trazendo a causa humana ao centro, o que importa são os motivos que levam uns a viverem de um jeito e outros de outro jeito. A causa primeira nunca deixou de ser o coração e, enquanto formos humanos, jamais deixará de sê-lo. As decisões continuam sendo gritos individuais, afirmações de um "eu" que deve, sobretudo, amar. Senão, sem amor, o que faríamos? Nossa ciência maravilhosa e suas descobertas incríveis desmoronam por completo diante do coração humano, que move a determinação do cientista e, infelizmente, a maldade do assassino.

Do antagonismo entre os pontos de vista materialista e religioso tem surgido, algumas vezes, o desejo proselitista de convencimento e aliciamento do outro. Quando alguém troca de lado, é motivo de alegria para o grupo "vitorioso". Diante destes casos, pergunto-me: o que se faz necessário para convencer alguém? Para vender um fé impossível ou um prazer invencível? Poderíamos discutir métodos, alguns mais eficazes que os outros, mas, no fim, chegamos ao coração, o que evidencia que qualquer resposta possível é, na verdade, silenciosa, individual e intransferível.

De fato, não há muitos meios para se convencer alguém do que quer que seja. O máximo que se pode fazer é inspirar alguém a fazer o que já lhe parecia ser a inclinação mais natural. Todos os sistemas que pretenderam subjugar pela força foram derrotados. Mesmo nos tempos mais sombrios, ninguém nunca pôde perscrutar o coração de alguém. Qualquer um podia estar mentindo a respeito da própria adesão a uma ideologia ou religião, como hoje. Além disso, já vi pessoas devassas mudarem de vida. Já vi pessoas certinhas deixarem tudo para trás. A incerteza sobre nossas próprias atitudes é uma das maiores certezas que temos. Somos inexatos, por definição. As comunicações aprofundam o fenômeno favorecendo a circulação de uma verdadeira loucura de opiniões e pontos de vista, o que favorece cada vez mais a instabilidade de opiniões e algumas modinhas passageiras.

Certo mesmo estava Sócrates, que olhou para o homem quando todos olhavam para a natureza, e soube concluir que todos os mundos, imaginários ou não, surgem apenas quando olhos inteligentes interpretam a realidade, conferindo-lhe sentido. Não se pode descobrir o mundo sem se descobrir o homem antes.

sábado, 28 de julho de 2012

Então, é isso!

Vivi muitas emoções enquanto mantive este blog, que foi um excelente amigo quando eu precisei desabafar. Mas os tempos passaram. Hoje, vivo uma realidade pessoal muito diferente de quando criei este espaço. Não faz mais sentido dedicar tanto tempo e energia para escrever textos que fariam mais sentido em artigos acadêmicos, que pelo menos renderiam algum reconhecimento formal. Tive o prazer de debater assuntos inquietantes com pessoas de todos os graus de formação intelectual. Apesar de eventuais discordâncias, sempre me entretive nestas conversas. De fato, acredito na pluralidade de opiniões. Tanto que decidi criar o blog quando desenvolvi a percepção de que, apesar do discurso pluralista, a intelectualidade contemporânea não admite a posição de alguém que professa uma fé, no meu caso, a fé católica. Assim, pretendi demonstrar que não somente a fé católica é capaz de sustentar uma posição coesa, mas que, a depender do que se busca, ela é melhor posição a se sustentar. Ainda penso desta forma. Porém, não sei mais se uma atitude diretamente combativa é a melhor alternativa. Acompanhando o proceder de outros católicos, percebi que aqueles menos preocupados em responder à intelectualidade praticam uma espiritualidade mais leve e viva. Além disso, as responsabilidades de um curso de medicina estavam tornando cada vez mais difícil manter a produção dos textos. Quem sabe, algum dia, seja o caso de selecionar os melhores e editá-los para publicação? Por ora, achei mais prudente removê-los e despedir-me dos amigos desconhecidos que tantas vezes estiveram por estas páginas. Agradeço sinceramente a companhia e espero que nossa amizade virtual tenha servido ao menos para demonstrar que é perfeitamente possível um católico ser alguém intelectualmente esclarecido e honesto. De fato, ter uma fé não torna ninguém um obscurantista. Antes, é obscurantista quem procura rotular os outros de modo simplista deixando de reconhecer, deste modo, que todas as pessoas podem contribuir com um mundo melhor de alguma forma. Meu desejo final para você, amigo leitor, é que você nunca deixe apagar em seu coração esta chama que o impele a fazer o bem e a acreditar que você é capaz de ser alguém útil aos demais. Como futuro médico, é um princípio que eu guardarei com carinho.

Um abraço, Henrique

ps. o blog estará no ar até o vencimento da minha fatura com o provedor do serviço de domínio. Assim que vencer o tempo contratado, ele sairá definitivamente no ar. Deste modo, permanecerá apenas na lembrança daqueles para quem, algum dia, ele fez diferença.